quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Onda de preservação, desabafo:
"Na fila do
supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias
sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao
meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no
meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está
certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou
adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época,
as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à
loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas
antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas,
umas tantas outras vezes.
Realmente não
nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque
não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o
comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez
que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos
não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um
cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não
precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a
eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade,
tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde
ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao
invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma
tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar
uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de
satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais
próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
fonte: via e-mail
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Fardos Inúteis
Conta
uma lenda,
que dois
monges
que
atravessavam uma área deserta
quando
diante de um rio violento,
avistaram
uma linda jovem
que
tentava atravessá-lo sem sucesso
Um dos
monges,
não sem
dificuldades,
atravessou
o rio
e colocando
a mulher em suas costas
conseguiu
atravessar o rio em segurança.
A jovem
abraçou-o agradecida,
comovida
com o seu gesto e seguiu seu caminho...
Retomando
a jornada,
o outro
monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo,
falando
do contacto carnal
que
houve com aquela jovem,
da
tentação de ter aquele contacto
mais directo com uma mulher,
o que
era proibido pelas suas leis
e
durante um bom trecho do caminho,
esse
monge falou sobre a mulher
e sobre
o pecado cometido
até que
aquele que ajudou a jovem na travessia falou:
Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem
e lá eu
a deixei, mas você ainda continua
carregando-a
em seus pensamentos...
Assim,
todos sabem que Deus
não nos
dá fardos maiores
que
aqueles que podemos suportar,
e muitos
dos nossos fardos
já
poderiam estar abandonados
em
outras curvas da vida,
mas nós
insistimos em carregá-los.
Levamos
nossas dores
e
frustrações ao extremo.
Dramatizamos
demais,
elevamos
ao cubo cada dor,
cada
ofensa, cada contrariedade
e por
isso, não conseguimos relaxar,
perdoar
ou mesmo ser feliz,
pois o
peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.
Neste
dia especial, eu lhe convido a uma reflexão.
Quais
são os fardos que você continua carregando
e que já
não estão mais com você?
Qual é a
dor que você anda revivendo
e
fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?
Por que
você não consegue perdoar quem lhe magoou? Quantas oportunidades você anda
deixando para trás
por
estar amarrado ao passado?
Desarme-se.
Dos
velhos pensamentos,
do
espírito da revolta, da tristeza.
Hoje
é dia de desmontar
o velho
acampamento do comodismo
e seguir
adiante na longa jornada que a vida apresenta.
Quanto
mais leve a sua mochila,
mais fácil
a subida rumo a felicidade...
fonte: e-mail
domingo, 2 de outubro de 2011
Anjo!
A noite tem seu brilho nostálgico.
Um sentimento me assombra...
Saudade!
Anjo da noite...
Sinto tua presença...
Silênciosamente,
você me guarda,
protege...
Distante,
me rodeia...
Me acompanha...
Sinto os pêlos do meu corpo,
se arrepiar com a brisa da noite!
Fecho os olhos...
Seu olhar me envolve a alma...
Sinto seu abraço!
Minh'alma desnuda...
Tenho você ao meu lado.
Seu pensamento me envolve,
como a noite!
Me sinto amada!
Sinto seu cheiro...
Enlouqueço...
Preciso ter você aqui comigo!
Anjo dos meus sonhos!
Você é real!
Adriana Mallet
A Lei do caixote do lixo
Um dia peguei um taxi
e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de
repente um carro preto saiu do estacionamento na nossa frente.
O motorista do taxi
pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro
carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do táxi
apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que
ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei:
"Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda
para o hospital!"
Foi quando o
motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de
Lixo".
Ele explicou que
muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo,
cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas
pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes
descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.
Apenas sorria, acene,
deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras
pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é
que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu
dia.
A vida é muito curta
para levantar cedo de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam
bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é dez por
cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
Tenha um bom dia,
livre de lixo!
fonte: e-mail
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Livro: "A filha da minha melhor amiga"
"A filha da minha melhor amiga"
livro de Dorothy koomson
É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!
livro de Dorothy koomson
É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!
sábado, 27 de agosto de 2011
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