sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Livro: "A filha da minha melhor amiga"

"A filha da minha melhor amiga"

livro de Dorothy koomson

É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a  amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!

sábado, 27 de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Jesus Makes Money


Escola profissional do Avelar, substituem manuais por novas tecnologias!!

Ainda dizem que não se consegue poupar, aprendam com esta escola do Avelar...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Vocabulário da Vida

Pequeno dicionário para se entender mais profundamente o significado de algumas palavras
muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.

 Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.


Livro: O Homem que Veio da Sombra

Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro

fonte: e-mail

segunda-feira, 20 de junho de 2011

UMA HISTÓRIA REAL



Havia um homem que se chamava Fleming e era um pobre lavrador escocês.

 Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um  pântano que havia na redondeza.

O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até à cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra.

O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte.

No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um nobre elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara da morte certa.

“Quero recompensá-lo", disse o nobre. “O senhor salvou a

vida do meu filho".

 “Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz”, respondeu  o lavrador escocês.

Nesse momento, o filho do lavrador assumou à porta da casa.

"É seu filho?" perguntou o nobre.

"Sim", respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.

Então, proponho-lhe o seguinte:

Deixe-me proporcionar ao seu  filho o mesmo nível de instrução  que proporcionarei ao meu.

Se o seu rapaz sair ao Senhor, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos."

Então o Sr. Fleming aceitou.

 O filho do humilde lavrador frequentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres.

O filho do Sr. Fleming  tornou-se um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.

Anos depois, o “rapazinho”que havia sido salvo do pantano adoeceu com uma pneumonia.

E desta vez, quem salvou a sua vida?

...A PENICILINA!

Quem era o nobre, que investiu na formação do  Dr. Alexander Fleming?

Sir Randolph Churchill.

E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming?

 

Sir Winston Churchill.

Alguém disse uma vez:

O que vai, volta.

Portanto:

Trabalhe como se não precisasse do dinheiro.

Ame como se nunca tivesse sido magoado.

Dance como se ninguém estivesse te vendo.

Cante como se ninguém ouvisse.

Viva como se a Terra fosse o Céu.

“Não vos enganeis:

de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.”

Gálatas 6:7

Um sorriso é um bom Retorno!
Fonte: via e-mail

domingo, 22 de maio de 2011

O POEMA DA 'MENTE'

Há um primeiro-ministro que mente.
Mente de corpo e alma, completamente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente...
Indecentemente... mente.
E mente tão racionalmente,
Que acha que mentindo vida fora,
Nos vai enganar eternamente.


fonte: recebido por e-mail

sábado, 16 de abril de 2011

”Geração à Rasca”

Expressão passa a marca registada
A expressão “Geração à Rasca” é, a partir de hoje, uma marca registada.
Os responsáveis pela manifestação de 12 de Março revelaram que o registo da marca foi feito para “evitar utilizações abusivas, nomeadamente, em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento”.
Os organizadores criaram ainda o “Movimento 12 de Março - M12M”, que promete ser “uma voz activa na promoção e defesa da democracia em todas as áreas” da vida.
A iniciativa foi apresentada por Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil.
A apresentação formal dos objectivos, imagem e áreas de intervenção do M12M está prevista para 20 de Abril, no Museu do Fado, em Lisboa.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Terapia do Elogio



Terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram numa recente pesquisa que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o carinho é cada vez menos, não se valorizam as qualidades, facilmente se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização dos defeitos dos outros. Por isso, as relações de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias. Não vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos a elogiar-se; etc. Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências. A ausência de elogio afecta muito as pessoas e as famílias. Há falta de diálogo nos lares. O orgulho e a agitação da vida impedem que as pessoas digam o que sentem. Depois despejam-se essas carências nos consultórios. Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não conseguem dentro de casa. Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos ou subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e amparados. O amigo quer sentir-se querido. Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são forte motivação na vida de cada um. Quantas pessoas podem fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?


Arthur Nogueira (Psicólogo)

(recebido por e-mail)