"A filha da minha melhor amiga"
livro de Dorothy koomson
É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Vocabulário da Vida
Pequeno dicionário para se entender mais profundamente o significado de algumas palavras
muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Livro: O Homem que Veio da Sombra
muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.
Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.
Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.
Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
fonte: e-mail
fonte: e-mail
segunda-feira, 20 de junho de 2011
UMA HISTÓRIA REAL
Havia um homem que se chamava Fleming e era um pobre lavrador escocês.
Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano que havia na redondeza.
O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até à cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra.
O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte.
No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um nobre elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara da morte certa.
“Quero recompensá-lo", disse o nobre. “O senhor salvou a
vida do meu filho".
“Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz”, respondeu o lavrador escocês.
Nesse momento, o filho do lavrador assumou à porta da casa.
"É seu filho?" perguntou o nobre.
"Sim", respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.
Então, proponho-lhe o seguinte:
Deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu.
Se o seu rapaz sair ao Senhor, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos."
Então o Sr. Fleming aceitou.
O filho do humilde lavrador frequentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres.
O filho do Sr. Fleming tornou-se um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos depois, o “rapazinho”que havia sido salvo do pantano adoeceu com uma pneumonia.
E desta vez, quem salvou a sua vida?
...A PENICILINA!
Quem era o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming?
Sir Randolph Churchill.
E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming?
Sir Winston Churchill.
Alguém disse uma vez:
O que vai, volta.
Portanto:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro.
Ame como se nunca tivesse sido magoado.
Dance como se ninguém estivesse te vendo.
Cante como se ninguém ouvisse.
Viva como se a Terra fosse o Céu.
“Não vos enganeis:
de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.”
Gálatas 6:7
Um sorriso é um bom Retorno!
Fonte: via e-mail
domingo, 22 de maio de 2011
O POEMA DA 'MENTE'
Há um primeiro-ministro que mente.
Mente de corpo e alma, completamente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente...
Indecentemente... mente.
E mente tão racionalmente,
Que acha que mentindo vida fora,
Nos vai enganar eternamente.
fonte: recebido por e-mail
Mente de corpo e alma, completamente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente...
Indecentemente... mente.
E mente tão racionalmente,
Que acha que mentindo vida fora,
Nos vai enganar eternamente.
fonte: recebido por e-mail
sábado, 16 de abril de 2011
”Geração à Rasca”
Expressão passa a marca registada
A expressão “Geração à Rasca” é, a partir de hoje, uma marca registada.
Os responsáveis pela manifestação de 12 de Março revelaram que o registo da marca foi feito para “evitar utilizações abusivas, nomeadamente, em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento”.
Os organizadores criaram ainda o “Movimento 12 de Março - M12M”, que promete ser “uma voz activa na promoção e defesa da democracia em todas as áreas” da vida.
A iniciativa foi apresentada por Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil.
A apresentação formal dos objectivos, imagem e áreas de intervenção do M12M está prevista para 20 de Abril, no Museu do Fado, em Lisboa.
A expressão “Geração à Rasca” é, a partir de hoje, uma marca registada.
Os responsáveis pela manifestação de 12 de Março revelaram que o registo da marca foi feito para “evitar utilizações abusivas, nomeadamente, em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento”.
Os organizadores criaram ainda o “Movimento 12 de Março - M12M”, que promete ser “uma voz activa na promoção e defesa da democracia em todas as áreas” da vida.
A iniciativa foi apresentada por Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil.
A apresentação formal dos objectivos, imagem e áreas de intervenção do M12M está prevista para 20 de Abril, no Museu do Fado, em Lisboa.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Terapia do Elogio
Terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram numa recente pesquisa que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o carinho é cada vez menos, não se valorizam as qualidades, facilmente se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização dos defeitos dos outros. Por isso, as relações de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias. Não vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos a elogiar-se; etc. Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências. A ausência de elogio afecta muito as pessoas e as famílias. Há falta de diálogo nos lares. O orgulho e a agitação da vida impedem que as pessoas digam o que sentem. Depois despejam-se essas carências nos consultórios. Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não conseguem dentro de casa. Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos ou subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e amparados. O amigo quer sentir-se querido. Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são forte motivação na vida de cada um. Quantas pessoas podem fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?
Arthur Nogueira (Psicólogo)
(recebido por e-mail)
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