Voz Maravilhosa!!!!!
sábado, 8 de outubro de 2011
Fardos Inúteis
Conta
uma lenda,
que dois
monges
que
atravessavam uma área deserta
quando
diante de um rio violento,
avistaram
uma linda jovem
que
tentava atravessá-lo sem sucesso
Um dos
monges,
não sem
dificuldades,
atravessou
o rio
e colocando
a mulher em suas costas
conseguiu
atravessar o rio em segurança.
A jovem
abraçou-o agradecida,
comovida
com o seu gesto e seguiu seu caminho...
Retomando
a jornada,
o outro
monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo,
falando
do contacto carnal
que
houve com aquela jovem,
da
tentação de ter aquele contacto
mais directo com uma mulher,
o que
era proibido pelas suas leis
e
durante um bom trecho do caminho,
esse
monge falou sobre a mulher
e sobre
o pecado cometido
até que
aquele que ajudou a jovem na travessia falou:
Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem
e lá eu
a deixei, mas você ainda continua
carregando-a
em seus pensamentos...
Assim,
todos sabem que Deus
não nos
dá fardos maiores
que
aqueles que podemos suportar,
e muitos
dos nossos fardos
já
poderiam estar abandonados
em
outras curvas da vida,
mas nós
insistimos em carregá-los.
Levamos
nossas dores
e
frustrações ao extremo.
Dramatizamos
demais,
elevamos
ao cubo cada dor,
cada
ofensa, cada contrariedade
e por
isso, não conseguimos relaxar,
perdoar
ou mesmo ser feliz,
pois o
peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.
Neste
dia especial, eu lhe convido a uma reflexão.
Quais
são os fardos que você continua carregando
e que já
não estão mais com você?
Qual é a
dor que você anda revivendo
e
fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?
Por que
você não consegue perdoar quem lhe magoou? Quantas oportunidades você anda
deixando para trás
por
estar amarrado ao passado?
Desarme-se.
Dos
velhos pensamentos,
do
espírito da revolta, da tristeza.
Hoje
é dia de desmontar
o velho
acampamento do comodismo
e seguir
adiante na longa jornada que a vida apresenta.
Quanto
mais leve a sua mochila,
mais fácil
a subida rumo a felicidade...
fonte: e-mail
domingo, 2 de outubro de 2011
Anjo!
A noite tem seu brilho nostálgico.
Um sentimento me assombra...
Saudade!
Anjo da noite...
Sinto tua presença...
Silênciosamente,
você me guarda,
protege...
Distante,
me rodeia...
Me acompanha...
Sinto os pêlos do meu corpo,
se arrepiar com a brisa da noite!
Fecho os olhos...
Seu olhar me envolve a alma...
Sinto seu abraço!
Minh'alma desnuda...
Tenho você ao meu lado.
Seu pensamento me envolve,
como a noite!
Me sinto amada!
Sinto seu cheiro...
Enlouqueço...
Preciso ter você aqui comigo!
Anjo dos meus sonhos!
Você é real!
Adriana Mallet
A Lei do caixote do lixo
Um dia peguei um taxi
e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de
repente um carro preto saiu do estacionamento na nossa frente.
O motorista do taxi
pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro
carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do táxi
apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que
ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei:
"Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda
para o hospital!"
Foi quando o
motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de
Lixo".
Ele explicou que
muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo,
cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas
pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes
descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.
Apenas sorria, acene,
deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras
pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é
que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu
dia.
A vida é muito curta
para levantar cedo de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam
bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é dez por
cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
Tenha um bom dia,
livre de lixo!
fonte: e-mail
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Livro: "A filha da minha melhor amiga"
"A filha da minha melhor amiga"
livro de Dorothy koomson
É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!
livro de Dorothy koomson
É um belíssimo livro, em que nos é mostrado o verdadeiro significado da palavra amizade. Apesar dos contratempos da vida, a amizade prevalece acima de tudo...
Apesar de estarem zangadas Adele e Kamryn, nunca deixaram de pensar uma na outra. Quando Adele precisou, Kamryn, não hesitou e foi, e ficou com o bem mais precioso de Adele - A filha.
Um livro emocionante do principio ao fim!!!
sábado, 27 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Vocabulário da Vida
Pequeno dicionário para se entender mais profundamente o significado de algumas palavras
muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.
Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Livro: O Homem que Veio da Sombra
muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.
Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.
Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.
Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.
Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.
Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz
Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.
Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
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