domingo, 2 de maio de 2010
Coração de Mãe:
O coração de mãe não é só um músculo que bate sem parar.
É um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas.
O coração de mãe está ligado a cada coração de filho por um fio fininho, quase invisível.
É por causa deste fio que tudo o que acontece aos filhos faz acontecer alguma coisa dentro do coração da mãe.
Quando os filhos dão gargalhada o coração de mãe até dança.
Quando um filho esta triste o coração de mãe parte-se em mil bocadinhos.
Quando um filho adoece, o coração de mãe fica as pintinhas
(e muito mais pequenino…).
Mas o coração de mãe volta a crescer quando o filho se sente finalmente melhor!
O coração de mãe fica branco
(sem pinga de sangue)
quando um filho dá um grande trambolhão.
Um coração de mãe congela quando um filho se perde na multidão.
Quando não compreende os filhos, o coração de mãe é como um novelo embaraçado
No coração de mãe passa uma nuvem escura sempre que um filho é mal educado.
O coração de mãe ganha ferrugem quando não vê o filho há muito tempo.
Mas quando chega a hora de ir buscar os filhos á escola, parece um avião a jacto!
Quando um filho diz uma piada, o coração de mãe ilumina-se…
E lá dentro abre-se uma janela, sempre que um filho aprende uma palavra nova.
O coração de mãe é um vulcão (em erupção!) quando um filho faz um grande disparate…
Mas quando um filho precisa de ajuda é um sino que toca sem parar.
Alias, quando querem fazer mal aos seus filhos, o coração de mãe enche-se de garras e dentes afiados!
Quando chegam as férias, o coração de mãe bate mais devagarinho…
Nos dias de piqueniques, o coração de mãe é um passarinho.
E há um dia em que no coração de mãe nascem flores…
quando descobre que vai nascer outro filho!
Afinal o coração de mãe não é só um músculo que ate sem parar…
É um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas.
Recebido por e-mail.
(Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho
Planeta tangerina)
sábado, 1 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Beber água com o estômago vazio
| Quanto mais se sabe, maiores hipóteses de sobrevivência...
|
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Não dês toda a culpa aos outros...

"Não dês toda a culpa aos outros.
tu és capaz de reconhecer a parte
que te cabe de responsabilidade.
E se ainda tens razão para algum ressentimento,
não permitas que os outros prejudiquem o teu futuro.
Se uma porta se fecha, logo se abre uma janela.
Não deixes que os outros se aproveitem da tua dor.
Recomeça cada dia a tua vida."
(retirado do livro:
"Novos minutos de sabedoria" de Gavahe)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A fruta é o alimento mais perfeito…

O único alimento que faz o seu cérebro trabalhar é a glicose.
A fruta é principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose), é na maioria das vezes 90-95 % de água. Isso significa que ela está a limpar e a alimentar ao mesmo tempo.
O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efectivamente os seus nutrientes.
Devem comer-se as frutas sempre com o ESTÔMAGO VAZIO.
Porquê?
A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado.
As frutas passam rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde libertam os seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas e começam a fermentar.
Já comeu alguma fruta à sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante?
É porque não a comeu da maneira adequada. Deve comer-se fruta sempre com o estômago vazio.
A melhor espécie de fruta é a fresca ou o sumo feito na altura de beber. Não deve beber sumo de lata ou de recipientes de vidro.
Porque não?
Porque a maioria das vezes o sumo foi aquecido no processo pelo qual o recipiente é vedado e a sua estrutura tornou-se ácida.
Quer fazer a mais valiosa compra que possa?
Compre uma centrifugadora. Pode ingerir o sumo extraído na centrifugadora como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o sumo é digerido tão depressa que pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.
O dr. William Castillo, chefe da clínica de cardiologia Framington, de Massachusetts, declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos protegermos contra doenças do coração.
As frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se torne espesso e obstrua as artérias.
Também fortalecem os vasos capilares, e os vasos capilares fracos quase sempre provocam hemorragias internas e ataques cardíacos.
Os chineses e os japoneses bebem chá quente (de preferência chá verde) durante as refeições. Nunca água gelada ou bebidas geladas. Devíamos adoptar este hábito!
Líquidos gelados durante e após as refeições solidificam os componentes oleosos dos alimentos, retardando a digestão.
Reagem com os ácidos digestivos e serão absorvidos pelo intestino mais depressa do que os alimentos sólidos, demarcando o intestino e endurecendo as gorduras, que permanecerão por mais tempo no intestino.
Daí o valor de um chá morno depois de uma refeição. Facilita a digestão e amolece as gorduras para serem expelidas mais rapidamente, o que também ajuda a emagrecer.
terça-feira, 13 de abril de 2010
SACUDINDO A TERRA

Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel:
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra.
O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!
Recorde as 5 regras para ser feliz:
1- Liberte o seu coração do ódio.
2 - Liberte a sua mente das preocupações.
3 - Simplifique a sua vida.
4- Dê mais e espere menos.
5- Ame mais e... aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução,
não o problema.
QUE AMANHÃ SEJA UM DIA AINDA MELHOR DO QUE FOI HOJE!
domingo, 11 de abril de 2010
Amigo é…
Amigo é aquele que não tem raça, tem coração.
Amigo é aquele que não tem preconceito e, sim, mãos estendidas.
Amigo é aquele que chora sorrindo na lágrima de nossa alegria.
Amigo é aquele que não tem hora pois toda hora é hora.
Amigo é aquele que comemora mesmo por dentro estando triste.
Amigo não tem sorriso, tem expressão.
Amigo é aquele que telefona a você, pois sabe o quanto precisa escutá-lo.
Amigo não tem beleza, tem perfeição.
Amigo não é visita, pois é sempre bem-vindo.
Amigo é aquele que não tem palavras, tem o abraço.
Amigo não tem alma, tem elevação.
Amigo não aponta seus defeitos, evidencia suas qualidades.
Amigo é aquele que nunca o esquece e sempre se alegra ao vê-lo.
Amigo sempre lhe dá seu ombro mesmo estando precisando de um.
Amigo é também o virtual que fica teclando com você.
Amigo virtual não vê a hora passar enquanto não o "vê" sorrindo.
Amigo virtual sempre lhe manda um e-mail mesmo estando com pressa e atrasado.
Amigo é sempre amigo.
Real, virtual, amigo é você!
Amor, carinho, luz, paz e enormes beijos em seu coração!
(Sandra Regina, recebido por e-mail)
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Mozer, em "Pela Mística Dentro"
Em todo o mundo. Estive três anos em frança, no Marselha, joguei num estádio
fantástico, o Vélodrome, convivi com grande jogadores como Papin e Waddle,
mas o Benfica estará sempre no meu pensamento.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo
clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o
tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo
desde o inicio, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia: "Mozer,
vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível." Terrível para os
outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era
novo no clube e não percebia muito daquela conversa. Mas para mim, sempre
pensava: "Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz,
cheios." Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho
do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu
Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro
de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: "Você vai estar em
condições de jogar contra o Benfica?" Aí, senti que beliscavam o meu
profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento.
Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz,
virei para o Papin e lhe perguntei: " Papin, voçê quer mesmo ver o que é um
estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?" Engraçada a
reacção do Papin: "Voçê, está querendo me meter medo, Mozer?" Não estava não
e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer. Pois bem,
chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os
balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa
dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe
podiam chamar de Bernardette se o marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim,
dizendo que estava já "tremendo de medo". E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava
colocando uma ligadura no tornozelo. Quandio cheguei perto do túnel de
acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, compeletamente
assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar. Só depois percebi
que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma
homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que
os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar. Claro que
voltaram atrás assustados e me perguntado: "O que era aquilo?".
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer
para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não
fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sózinho. Espreitando, à
saida da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do marselha, ainda
com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar. No regresso às
cabinas, perguntei a Papin: "Já sabes agora o que é um estádio cheio e um
grande ambiente?" A resposta, nunca mais a esqueci: "Mozer, nunca vi uma
coisa destas. Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é
ENORME!" Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho
pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do
Benfica."




